sexta-feira, 21 de março de 2008

Até sempre Camarada Aguiar



Camaradas

É com profunda consternação que mais uma vez viemos noticiar a perda de um Camarada.

O nosso Camarada Joaquim Aguiar, presidente da Delegação de Santarém, faleceu no passado dia 19 de Março com 59 anos.

Da parte da nossa delegação apresentamos as mais sentidas condolências à família e um abraço de solidariedade para com os Camaradas de Santarém.

MAMA SUME!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Nova entrada

Camaradas

Afim de tornar mais simples o acesso ao nosso site foi criado um domínio www "www.comandos-almada.org". Podendo, no entanto continuar a usar-se o antigo nome "http://comandosalmada.blogspot.com".

MAMA SUME!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Os Guerreiros

Camaradas

É com enorme orgulho que transcrevo um texto que me foi dedicado por Klatuu . Por achar que essa honra é extensiva a todos os COMANDOS, quero dedicar essa honra a todos os COMANDOS caídos em combate representando a nossa pátria.

Este texto apesar de não se referir explicitamente aos COMANDOS, enaltece o espírito e a alma COMANDO.

MAMA SUME!

OS GUERREIROS

_Dedicado ao Nitrox.

_Rio Cacheu, foto de Manuel Lema Santos


Rio Cacheu, Guiné Portuguesa, década de 60.

O guerreiro chegou à margem parda do rio, subiu ao tronco seco de um imbondeiro tombado, cujo extremo de ramos mortos ficava um metro adentro sobre as águas, ergueu o braço e começou a agitar a azagaia. Da ponte do Aviso de 2ª Classe da Armada Portuguesa, o oficial de quarto avistou-o e mandou chamar o Imediato, que observou atentamente a margem, onde, agora, mais cinco guerreiros agitavam também as azagaias por baixo do negro empoleirado que agitava a sua.
– Macacos me mordam, Tenente, se percebo o que se está ali a passar!
– Serão turras, meu Imediato?
– Qual turras, homem! Aquilo são pretos do mato, que vivem num país só deles…
Mandaram chamar o Primeiro-Sargento de máquinas, que já estava há seis anos na Guiné. Passaram-lhe os binóculos.
– São Felupes, meu Imediato.
– Felupes?! Mas o que é que esses gajos andam a fazer por aqui?
– Meu Imediato, olhe para junto dos pés dos cinco que estão embaixo… julgo estar a ver uma farda do Exército!
O Imediato assim fez, focou melhor os binóculos e não teve dúvidas: no chão estava uma espécie de padiola improvisada, por entre as folhas, podia-se ver um corpo de camuflado. O navio fundeou, apontaram para lá uma peça anti-aérea e lançaram o escaler com 10 homens armados de FBP, não fosse o Diabo tecê-las, até porque, segundo dizia o sargento, aquela era uma tribo dura de roer, ainda com rituais de antropofagia, de quem nem os outros pretos se aproximavam.
Chegados ao local, nenhum dos negros falava Português, mas o Sargento-Enfermeiro pôde confirmar que se tratava do cadáver de um militar do Exército, com ferimentos de bala na barriga e numa perna, somente o negro que descera do tronco atravessado do imbondeiro, homem alto e seco, adornado de plumas nos antebraços e nas pernas e que parecia chefiar os outros, conseguia articular algumas palavras soltas, apontava com a azagaia o corpo caído e repetia sempre as mesmas palavras: «branco valente, branco valente».
Esta é uma história que ficará para sempre guardada no coração insondável, generoso e mistérico de África. As circunstâncias da morte daquele soldado nunca ninguém viria a saber ao certo, nem como o encontraram os seis guerreiros Felupes. Avessos às povoações, carregaram-no durante muitos quilómetros ao rio que era percorrido pelos navios dos brancos. Decerto carregaram-no ainda com vida e mesmo depois de morto continuaram, numa obrigação incompreensível que unicamente habita a alma daqueles que já nasceram guerreiros e guerreiros morrerão.
O navio começou afastar-se, não sem lhes terem deixado uma saca de arroz e outra de feijão, tardaria pouco mais que meia hora para o poente e descia pela aragem o véu místico do fim do dia africano, que tudo confunde, a vegetação e a água, os vivos e os mortos, a terra e o céu. O navio afastava-se, mas o oficial de quarto, até que a escuridão velasse a distância, continuou a ver na margem do Rio Cacheu, junto ao cais improvisado de uma quinta abandonada, os seis guerreiros Felupes, virados para si, de azagaias erguidas.

K.N.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

A nova sede

Camaradas

Já se realizou a 1ª reunião na nova sede!

No entanto ainda são necessárias algumas obras de beneficiação e após a conclusão das mesmas será realizada a inauguração oficial.

Fica aqui a morada: Travessa de Angola nº 1 - Cova da Piedade.

Como pontos de referencia podemos referir que fica mesmo em frente ao Ginásio Clube do Sul.

MAMA SUME!

sábado, 26 de janeiro de 2008

Nova Casa


Já temos sede, e para acompanhar uma casa nova um site novo.

O antigo vai manter-se ainda durante algum tempo, sempre que quiserem visitá-lo podem seguir o link do lado.

MAMA SUME!